Olá querido diário!
Hoje eu fiz uma visita na sala da minha professora de química e diretora do meu colégio Eleonora Costa. E quando eu citei o nome dos seus filhos ela começou a chorar. Chorou muito. Muito mesmo. Ela não parava de chorar. Perguntei porque ela estava chorando e ela disse que era por causa do que seus filhos andavam fazendo. E que não sabia como ajudar. Foi a melhor oportunidade que tive. Eu disse que era só ela me dizer onde eles gostavam de ir, que lugares frequentavam, ou se tinham algum esconderijo. Ela disse que eles adoravam se esconder em uma casa abandonada (e também me disse o endereço, que é um bairro do lado do bairro da Eduarda Fernandes). Por último, ela me pediu para que entregasse os meninos para a polícia, pois não aguentava mais ficar sabendo de pessoas assassinadas por eles.
Depois da aula, passei em casa almocei, e fui em direção a casa descrita pela minha professora. Quando lá cheguei, fiquei espantada! Havia uns 4 homens armados na porta, só defendendo. É claro, eu fiquei invisível e entrei, tentando não fazer barulho nenhum. Consegui entrar. Dentro da casa não era menos assustador. Espalhados pela sala, mais 6 homens estavam consertando ou recarregando suas armas. Andei mais um pouco e cheguei num corredor. No primeiro quarto a direita estavam os irmãos Bernardo e Luiz Costa conversando. Eu já estava toda arrepiada, tremendo de medo! Olhei para o quarto da esquerda, e lá estava a Eduarda Fernandes. Amarrada com uma corda e com um pano tampando sua boca, ela estava pálida, parecia estar prestes a desmaiar e morrendo de fome. Ela estava bem ali, na minha frente! Eu precisava arrumar um jeito de salvá-la! Então eu tive uma ideia: como ninguém estava me vendo, eu entrei no quarto da garota, fechei a porta, e usei meus poderes para trancá-la. Logo parei de ficar invisível para a menina me ver. Então rapidamente a libertei, enquanto explicava a ela que estava ali para salvá-la. Coloquei ela nas minhas costas e fiquei invisível. Como eu estava a carregando, ela ficou invisível também. Depois de 2 segundos, os homens perceberam o que havia acontecido e arrombaram a porta, mas pensaram que era tarde, pois não viram ninguém. Nesse momento eu comecei a voar e saí pela janela. EU CONSEEEEEEEGUI!!!!
Levei a garotinha aqui pra casa. E ela ainda está aqui. Inclusive ela tá do meu lado agora, me ajudando a escrever em você. Ela aprendeu a ler não faz muito tempo, mas é muito boa! Eu contei toda a história pra minha mãe, e ela concordou em deixar minha nova amiguinha ficar um tempo aqui em casa. Ela é tão fooofa!
Isso tudo é muito bom. Mas a história ainda não acabou. A dupla de bandidos não vai parar, e eu tenho que acabar com isso. Fora que eu ainda estou sem entender porque que quando eu rastreei o local que a Duda (apelido da Eduarda Fernandes) tinha sido rastreada deu um lugar perto da caverna do Nick.
Mas tudo bem, só de eu ter salvado a vida da linda da Dudinha eu já tô super feliz!
Então é isso Diário! Beijos...
Estou: felicíssima!
Depois da aula, passei em casa almocei, e fui em direção a casa descrita pela minha professora. Quando lá cheguei, fiquei espantada! Havia uns 4 homens armados na porta, só defendendo. É claro, eu fiquei invisível e entrei, tentando não fazer barulho nenhum. Consegui entrar. Dentro da casa não era menos assustador. Espalhados pela sala, mais 6 homens estavam consertando ou recarregando suas armas. Andei mais um pouco e cheguei num corredor. No primeiro quarto a direita estavam os irmãos Bernardo e Luiz Costa conversando. Eu já estava toda arrepiada, tremendo de medo! Olhei para o quarto da esquerda, e lá estava a Eduarda Fernandes. Amarrada com uma corda e com um pano tampando sua boca, ela estava pálida, parecia estar prestes a desmaiar e morrendo de fome. Ela estava bem ali, na minha frente! Eu precisava arrumar um jeito de salvá-la! Então eu tive uma ideia: como ninguém estava me vendo, eu entrei no quarto da garota, fechei a porta, e usei meus poderes para trancá-la. Logo parei de ficar invisível para a menina me ver. Então rapidamente a libertei, enquanto explicava a ela que estava ali para salvá-la. Coloquei ela nas minhas costas e fiquei invisível. Como eu estava a carregando, ela ficou invisível também. Depois de 2 segundos, os homens perceberam o que havia acontecido e arrombaram a porta, mas pensaram que era tarde, pois não viram ninguém. Nesse momento eu comecei a voar e saí pela janela. EU CONSEEEEEEEGUI!!!!
Levei a garotinha aqui pra casa. E ela ainda está aqui. Inclusive ela tá do meu lado agora, me ajudando a escrever em você. Ela aprendeu a ler não faz muito tempo, mas é muito boa! Eu contei toda a história pra minha mãe, e ela concordou em deixar minha nova amiguinha ficar um tempo aqui em casa. Ela é tão fooofa!
Isso tudo é muito bom. Mas a história ainda não acabou. A dupla de bandidos não vai parar, e eu tenho que acabar com isso. Fora que eu ainda estou sem entender porque que quando eu rastreei o local que a Duda (apelido da Eduarda Fernandes) tinha sido rastreada deu um lugar perto da caverna do Nick.
Mas tudo bem, só de eu ter salvado a vida da linda da Dudinha eu já tô super feliz!
Então é isso Diário! Beijos...
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